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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Galbuliformes
Família: Bucconidae
 Horsfield, 1821
Subfamília: Bucconinae
 Horsfield, 1821
Espécie: N. hyperrhynchus

Nome Científico

Notharchus hyperrhynchus
(Sclater, 1856)

Nome em Inglês

White-necked Puffbird


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Macuru-de-testa-branca

Ave galbuliforme da família bucconidae, também chamado de capitão-do-mato, joão-do-mato e macuru.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) nöthës = lento, sonolento, preguiçoso; e arkhos = lider, chefe; e do (grego) huper = muito grande, que excede as medidas; e rhunkhos = bico. ⇒ Lider sonolento com bico muito grande.

Características

Mede cerca de 26 centímetros de comprimento e pesa entre 81 e 106 gramas.
De porte avantajado. Fronte branca, cabeça negra; garganta e pescoço brancos; faixa peitoral negra; abdome branco com os lados estriados de preto; asas e partes superiores pretas escamadas de branco; bico forte e preto. Difere de Macuru-de-pescoço-branco (Notharchus macrorhynchos) por possuir menos preto nos flancos, a parte da frente da coroa é mais branca e também por possuir um bico mais largo e robusto.

Subespécies

Possui subespécies reconhecidas:

(IOC World Bird List 2017; Aves Brasil CBRO 2015).

Fotos das subespécies de Notharchus hyperrhynchus
(ssp. hyperrhynchus) (ssp. paraensis)

Alimentação

Alimenta-se de insetos, grandes artrópodes e lagartixas e, às vezes de matéria vegetal. Bate a presa no galho para matá-la antes de engolir. Segue formiga de correição.

Reprodução

Para nidificar cava uma galeria em solo acidentado ou barrancos e às vezes em cupinzeiros arborícolas; a galeria desce suavemente até a câmara incubadora que é nua. Põe geralmente 2 a 3 ovos brancos e brilhantes.

Hábitos

Habita a Amazônia, nas bordas de matas de terra firme, clareiras e matas secundárias, manguezais e plantações, nos ramos superiores das árvores mais altas, podendo ser encontrado também em estratos inferiores. Encontrado solitário ou aos casais. Usa poleiros abertos em galhos secos altaneiros, de onde espreita sua presa.
Voz: Muito fina para uma ave de seu porte. Seqüências descendentes de assobios melódicos, freqüentemente trissilábicos, às vezes ascendentes e acelerados ou decrescentes em alterações surpreendentes de ritmo, p. ex., “üi-üi… dibüle-dibüle-dibüle…” ( canto ); chamados roucos em parte também melodiosos.

Distribuição Geográfica

Ocorre do México à Bolívia, Paraguai e Argentina ( Misiones ). Brasil amazônico até Mato Grosso ( altos rios Tapajós e Xingu ) e Maranhão.

Status de conservação: LC ( IUCN ).

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos